terça-feira, 27 de março de 2012

Cartografia

 Em busca do mapa perdido
Fragmento de mapa do Brasil de 1846.
O RS, na visão de Samuel Mitchell,com as
fronteiras diferentes do desenho atual.

As fronteiras do nosso estado no século 18 passaram por constantes modificações, em razão da disputa territorial de Portugal e Espanha. Para quem se interessa em conhecer algumas dessas demarcações registradas por antigos cartógrafos, está disponível na rede o Old Maps Online. Trate-se de um site de busca, que redireciona sua procura para as principais coleções de mapas online. Entre as coleções disponíveis está a riquíssima e variada coleção de mapas David Rumsey, onde é possível observar diversos desenhos cartográficos da América do Sul.

O mapa mais antigo da coleção
David Rimsey apresenta as
divisões e os brasões dos feudos
franceses e data de 1690.
Detalhe de mapa de região em 1886.
O RS, por Samuel Mitchell Jr, com o
desenho mais próximo do atual.

As imagens foram retiradas do site 
http://www.davidrumsey.com/

segunda-feira, 26 de março de 2012

240 anos de história

Em comparação com uma pessoa, 240 anos parecem muito. Por outro lado, se comparar com cidades do velho mundo e até algumas brasileiras mesmo, Porto Alegre é jovem. 


Abaixo, uma síntese daquilo que foi a cidade antes de chagar aos 240 anos.


Cultura
Cinemas. Embora o Teatro São Pedro represente o glamour, as livrarias do Globo e Americana a intelectualidade, e as bandas de rock dos anos 80 a rebeldia, foram as telonas que aproximaram o grande público da cultura. O Polo dos cinemas era na Rua da Praia, mas o Cine Capitólio merece grande destaque na cena cultura porto alegrense.


Política
O Partido dos Trabalhadores permaneceram um período longo na administração municipal; Getúlio Vargas e Leonel Brizola foram ídolos locais; O castilhismo - positivismo à gaúcha - foi, todavia, soberano na cidade entre 1897 a 1930. O Paço Municipal foi construído na administração de José Montaury.


Economia
Com a chegada dos Shoppings, os grandes centros comerciais da cidade migraram para os bairros. Mas a Rua da Praia, antes mais elitizada, hoje mais popular, sempre foi o grande centro de compras dos porto alegrenses, com variedade de lojas de diversos segmentos.


Esporte
A rivalidade Gre-Nal é incontestavelmente a maior representação do esporte em Porto Alegre. O turfe teve seus anos de ouro, mas visto como um esporte elitista, não pode competir com a massividade do futebol. Os títulos mundiais de Grêmio e Internacional não deixam espaço para outro esporte nos corações porto alegrenses.


Gastronomia
O churrasco até pode apetecer o porto alegrense, mas divide a preferência com outros pratos também. A Matheus, o Naval, o Gambrinus, a Rocco, entre outros, tem lugar garantido na história da cidade. O cafezinho, entretanto, sempre foi indispensável para o porto alegrense e o símbolo desse gosto requintado é o Café Colombo, no Largo dos Medeiros.


Gen. João Manoel

 Ruas de Porto Alegre: nomes e personagens IV
Confira, nesta série, a história daquelas pessoas que emprestaram seu nome para batizar as ruas do centro de Porto Alegre.


Herói da Guerra do Paraguai (1864-1870), João Manoel Mena Barreto era filho ilegítimo reconhecido do General João de Deus Mena Barreto, o Visconde de São Gabriel. Nascido em Porto Alegre, em 1827, começou a carreira militar cedo, somando-se as forças imperiais na Revolução Farroupilha. Já como Capitão, participou das campanhas do Uruguai, contra Rosas e Oribe, onde, após a batalha de Paysandu, foi promovido a Coronel.

Na Guerra do Paraguai, João Manoel destacou-se – no comando do 1° batalhão de Voluntários da Pátria – por defender o território do Rio Grande do Sul, quando a região de São Borja foi invadida pelas forças de 
Solano Lopez
. Em 1869, foi alçado a brigadeiro e comandava a 1ª divisão de cavalaria, quando foi atingido por uma bala durante a Batalha de Peribebuí. O ferimento ocasionou
sua morte e revolta na corte brasileira.

sexta-feira, 23 de março de 2012

Júlio de Castilhos

Ruas de Porto Alegre: nomes e personagens III
Confira, nesta série, a história daquelas pessoas que emprestaram seu nome para batizar as ruas do centro de Porto Alegre.

Idealizador da corrente polítca castilhista, Júlio Prates de Castilhos (nascido em 1860, em Cruz Alta) assegurou a continuidade do seu pensamento como diretriz da política gaúcha muito além do seu mandato de governador (1893-1898). A partir das ideias influenciadas pelo Positivismo, fez sucessores notáveis como Borges de Medeiros e Getúlio Vargas.

Formado em Direito, o líder do Partido Republicano Rio-Grandense dedicou-se ao jornalismo. Trabalhou n’A Federação, jornal republicano, que foi diretor de 1884 à 1889. Mas sua principal atividade era a política. Em 1891 foi eleito para a Assembleia que elaborou a primeira constituição da república. No mesmo ano, elegeu-se presidente do Estado do Rio Grando do Sul, sendo deposto quatro meses depois, com a queda do Marechal Deodoro da Fonseca da presidência.

Castilho voltou ao poder do Estado após nova eleição, em 1893, quando teve que conter a Revolução Federalista. A revolta foi liderada pelo liberal Gaspar Silveira Martins, seu principal opositor, e resultou na morte de aproximadamente dez mil pessoas.

Em 1898 entregou o cargo à Borges de Medeiros, seguidor fiel do Castilhismo. Sua saída do governo não significou o afastamento do poder. Por meio do partido, continuou liderando o Estado até sua morte, em 1903. Vítima de cancer de laringe, não resistiu a cirurgia realizada para retirar o tumor.

Fontes:
Guia Histórico de Porto Alegre, de Sérgio da Costa Franco, Editora Ufrgs
pt.wikipedia.org



Próximos da série: 
IV - Gen. João Manoel
  V - João Pessoa
VI - Gen. Auto

quarta-feira, 21 de março de 2012

Siqueira Campos

Ruas de Porto Alegre: nomes e personagens II
Confira, nesta série, a história daquelas pessoas que emprestaram seu nome para batizar as ruas do centro de Porto Alegre.

Antônio Siqueira Campos foi um militar e político que participou de diversas revoltas contra os governos da “República do Café-com-leite”. Nascido em Rio Claro (SP), em 1898, o tenente agregou em sua biografia, como feito principal, a presença na Revolta dos 18 do Forte de Copacabana. A participação de Siqueira Campos, e outros militares dissidentes de exército brasileiro, no movimento tenentista culminou com o conflito que pôs em combate 18 revoltosos contra três mil homens das forças do governo. Siqueira Campos e Eduardo Gomes foram os únicos sobreviventes da batalha.

Nos anos seguintes, submetido ao seu espírito de luta, o tenente participou do Levante de São Borja, em 1924, da Coluna Prestes, de 1924 à 1927, e ensaiou os primeiros passos do movimento que resultou na Revolução de 1930.

Nesse ano, ao saber que Luís Carlos Prestes lançaria um manifesto comunista, Siqueira Campos viajou a Buenos Aires, onde tentou convencer o chefe a mudar de ideia para não dividir os esforços revolucionários. Na viagem de volta, em 10 de maio de 1930, o avião que o trazia de volta ao Brasil, caiu no rio da Prata, colocando um ponto final na vida desse herói da pátria.

Siqueira Campos morreu sem ver o desfecho da revolução que derrubou o governo que tanto combateu. “À Pátria tudo se deve dar, sem nada exigir em troca, nem mesmo compreensão”, afirmava.

Fontes:
Guia Histórico de Porto Alegre, Sérgio da Costa Franco, Editora Ufrgs
pt.wikipedia.com
siqueiracampos.pr.gov.br

Foto: CPDOC/Fundação Getúlio Vargas (cpdoc.fgv.br)

segunda-feira, 19 de março de 2012

José Montaury

Ruas de Porto Alegre: nomes e personagens I
Confira, nesta série, a história daquelas pessoas que emprestaram seu nome para batizar as ruas do centro de Porto Alegre.


José Montaury de Aguiar Leitão foi intendente (cargo que equivale ao de prefeito) de Porto Alegre entre os anos de 1897 a 1924. Nascido em Niterói (RJ), em 1858, o engenheiro civil veio para o Rio Grande do Sul a serviço da Comissão de Terras e Estabelecimento de Imigrantes, trabalhando no interior. A convite de Júlio de Castilhos, Montaury candidatou-se, pelo Partido Republicano Rio-Grandense, à Intendência Municipal, em 1896. Na ocasião, foi o primeiro mandatário porto alegrense eleito pelo voto direto, assumindo o cargo no ano seguinte. Foi reeleito por mais seis vezes, sendo que em apenas duas vezes enfrentou opositores.

Solteiro e sem filhos, Montaury era conhecido pela sua honra e modéstia. Homem reservado, não freqüentava festas que não fossem as cerimônias oficiais. Seu verdadeiro prazer era o turf. Ainda dedicava atenção a leitura da doutrina positivista de Auguste Comte.

Apesar da seriedade na administração, era cobrado pela falta de iniciativas para o desenvolvimento da cidade durante o longo período que governou Porto Alegre. Entre seus feitos, destacam-se a implantação da rede de esgostos e do serviço de primeiros-socorros. Além da melhoria dos transportes, comunicação e iluminação.

Após deixar a Intendência Municipal, trabalhou como engenheiro para empresas privadas. Morreu em 1939.
Fontes:
Guia Histórico de Porto Alegre, de Sérgio da Costa Franco, Editora da UFRGS
pt.wikipédia.com

sexta-feira, 16 de março de 2012

Ruas de Porto Alegre


Você sabe quem foi José Montaury, Alberto Bins ou Fernando Machado? Não? E Borges de Medeiros?




Em algumas placas com a denominação das ruas de Porto Alegre há uma pequena inscrição informando quem foi aquele que dá nome à via. Entretanto, muitos dos caminhos pelos quais passamos todos os dias foram batizados com o nome de personagens da história que pouco conhecemos. Muitas vezes, no pensamento do povo, o nome está muito mais ligado à rua do que a própria pessoa. E para esclarecer quem foram esses homenageados nos logradouros, começo a publicar segunda, 19, uma série de textos que conta um pouco sobre quem foram essas pessoas e o que elas fizeram. Afinal, quem nunca, ao passar pela rua, ficou pensando "quem será que foi esse Doutor Flores, para que seu nome acabasse gravado nessa placa azul da esquina?", ou "De onde tiraram esse tal de Sepúlveda para colocar como nome de rua?".


Os primeiros da série são:
  I - José Montaury
 II - Siqueira Campos 
III - Júlio de Castilhos

quinta-feira, 15 de março de 2012

O Intendente Eterno

Há 113 anos, em Porto Alegre...

José Montaury tomava posse como intendente de Porto Alegre. Foi o chefe do executivo porto alegrense que por mais tempo permaneceu no Paço. Seu mandato, que começou em 15 de março de 1897, durou 27 anos. Seu sucessor, Otávio Rocha,  assumiu a Intendência em 1924.


Uma brevíssima biografia de Montaury está disponível neste blog. O Intendente Eterno.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Igreja das Dores

A lenda do escravo Josino

A extensa escadaria e as altivas torres ainda não existiam. No alto da rua do Cotovelo (atual Riachuelo), a igreja das Dores era apenas um canteiro de obras naqueles dias em que Josino trabalhava. O escravo de propriedade do comerciante Domingos José Lopes fora cedido à Irmandade Nossa Senhora das Dores para ajudar na construção do templo que hoje é o mais antigo de Porto Alegre.

Algum tempo após o início da obra, foi dada a falta de material de construção. O sumiço se tornou constante, mas não conseguiram descobrir quem era malfeitor. Entre as discussões em torno do assunto, levantaram o nome de Josino. A hipótese ganhou defensores e logo a culpa recaiu, de fato, sobre o escravo.

Sem direito a defesa, o negro foi julgado e condenado à morte. No dia do enforcamento, a pequena população se mobilizou para assistir àquela que era uma das raras atrações da jovem e provinciana cidade. Diante do patíbulo, na praça em frente ao terreno da igreja, e com o povaréu fitando-o, Josino proferiu suas últimas palavras antes de ser acometido de vez pela injustiça. “Vou morrer porque sou escravo, mas sou inocente. A prova disso é que meu senhor não verá essa igreja pronta porque o material continuará sendo roubado”. 

Poucos meses depois da morte de Josino, uma das torres, em fase final de construção, desabou. Quem ouviu as palavras do escravo, ao saber da notícia, lembrou da afirmação. A lenda estava criada.

Ao longo dos anos, a história sofreu diversas mudanças. A versão acima é baseada num texto de Apolinário Porto Alegre, do início do século passado. Outra variação bastante conhecida foi contada por Afonso Morais, em Torres Malditas (Editora do Globo, 1931). Na obra, o autor refere-se, não em materiais de construção, e sim a um colar que adornava a imagem de Nossa Senhora das Dores como o objeto do roubo. Garante ter conhecido o verdadeiro ladrão, que roubou o acessório para presentear a sua noiva. O restante da história é o mesmo: o escravo é acusado do crime e condenado à forca.

A demora para a conclusão da obra (a pedra fundamental foi lançada em 1807 e a construção foi finalizada em 1904) deu crédito à lenda e levou o episódio a essa proporção. O site das Dores lembra que já em 1900 o Correio do Povo, ao anunciar a proximidade da conclusão da obra, afirmara: 

– [Que se desfazia] a lenda da crendice ignara que a reputada obra era impraticável, em virtude de suposta praga rogada por um desgraçado que, diz-se, foi por estas vizinhanças justiçado por delito que não cometera.

É dito, inclusive, que a condenação injusta de Josino teria motivado Dom Pedro II a abolir a pena de morte no Império. Sérgio da Costa Franco, no Porto Alegre: Guia Histórico (Ufrgs, 2006), desmistifica parte da crendice popular, revelando, inclusive, o nome verdadeiro do escravo. 

– Em estudo específico sobre sobre os enforcados de Porto Alegre, verificamos que o sentenciado chamava-se Manoel, pertencia a Fermino Pereira Soares, cunhado de Domingo José Lopes, em cuja casa estava hospedado. Sua execução aconteceu em 9 de novembro de 1854.

História e lenda se misturam. O escravo Manoel, por muito chamado de Josino, talvez não quisesse entrar para a história. Involuntariamente, portanto, tornou-se personagem celebre de Porto Alegre a custo de injustiça e da sua própria vida.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

CAIS DO PORTO


A notícia de que o projeto de revitalização do Cais do Porto está prestes a efetivamente sair do papel coincide com uma outra notícia de cem anos atrás. O Correio do Povo de 13 de setembro de 1911 informava que estava autorizado o processo de desapropriação dos terrenos à beira do Guaíba para a construção do porto.

Demorou, todavia, até que a obra estivesse completamente pronta. Ganhou impulso somente em 1919, por ordem do governador Borges de Medeiros, e foi concluída em 1927. Contando com uma estrutura que oferecia armazéns e guindastes, o porto se estendia por cerca de 1600 metros.

A reforma atual também está demorada. Há anos se arrastam as promessas de revitalização do espaço. Com a entrega do projeto ao prefeito José Fortunati, parece que a inciativa está a poucos passos de se concretizar. Aguardemos.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Relíquia


Bumerangue de James Cook

Quem quiser ter na estante de casa um bumerangue achado por James Cook terá que desembolsar cerca de R$ 60 mil. A peça será leiloada dia 29 e estima-se que seja arrematada com lance próximo a esse valor. O objeto foi coletado pelo navegador britânico em sua viagem à Austrália em 1770 e, segundo o site do jornal The Guardian, o objeto foi reencontrado recentemente em um sótão na cidade de Dorchester, na Inglaterra.

sábado, 10 de setembro de 2011

11 perguntas sobre o 11 de setembro


Vale a pena conferir as respostas das 11 perguntas elaboradas pela resvista Aventuras na História sobre o
11 de setembro.



Por que ninguém viu o avião que caiu no Pentágono?

Os terroristas eram pilotos hábeis o suficiente para fazer as manobras com os aviões?
Como se explica a apatia de George W. Bush ao saber dos atentados?
Os passageiros do avião que caiu na Pensilvânia realmente lutaram contra os terroristas?


Para ver todas as perguntas e respostas, clique aqui.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Tragédia da Rua da Praia



Caos na Porto Alegre de 1911

Parecia cena de um romance policial. O amanhecer da pacata Porto Alegre naquele 5 de setembro de 1911 foi singular. O jovem Alcides Brum saiu cedo de casa para abrir a estabelecimento de câmbio onde trabalhava. Mal pode abrir a porta e a vitrina da loja à Andradas e já foi surpreendido por um grupo de quatro assaltantes. Antes de qualquer movimento do rapaz, os bandidos não perderam tempo em abrir fogo. Baleada a vítima, juntaram os valores que puderam e bateram em retirada.

Local do crime: Rua da Praia, à direita
Desceram os quatro assaltantes pela atual Uruguai, tomando logo a Sete de Setembro. Ao chegarem no espaço que hoje é conhecido por Largo Glênio Peres que os guardas os viram. Não vacilaram em tomar um carro de praça e descer pela Voluntários. No andar, já sendo perseguidos pela polícia, abandonaram o transporte de equinos e tomaram um bonde, retirando todos passageiros de dentro. Na velocidade que exigiram que o motorneiro impusesse, o comboio descarrilou no caminho para a Zona Norte.

Os fugitivos ainda roubaram uma carroça e aí se perderam na antiga várzea do Gravataí. Só no dia seguinte foram encontrados. Os policiais, ao achar os bandidos, não vacilaram e balearam os quatro. O transporte dos corpos pareceu um desfile. O carro foi seguido pela população e as cenas foram registradas para um filme sobre o caso – produzido por Eduardo Hirtz e que estreou poucos dias depois no cinema Coliseu. O crime abalou a sociedade porto alegrense à época, além de virar alvo de disputas políticas, policiais e jornalísticas.

                                                                                                              
Rafael Guimaraens conta o episódio em detalhes no romance A tragédia da Rua da Praia, lançado pela editora Libretos. Vale a pena conferir a obra que não só relata o caso como remonta todo ambiente de Porto Alegre naquele tempo, inserindo personagens célebres do cotidiano da capital à época.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Auguste Comte

Em 5 de setembro de 1857, morreu, em Paris, Auguste Comte, aos 59 anos. O filosofo francês foi o idealizador do Positivismo. Suas ideias tiveram grande influência na política do Rio Grande do Sul do final do século 19 e início do século 20. A doutrina Castilhista - dominante no Estado na época de Júlio de Castilhos e Borges de Medeiros - não era mais que uma adaptação gaúcha do Positivismo de Comte.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Curiosidade


Celular

DynaTAC é o nome do primeiro celular da história a ser comercializado. Fabricado pela Motorola entre 1983 e 1994 (nos EUA), o aparelho móvel pesava 794 gramas e media 33 centímetros. A bateria tinha autonomia de oito horas em modo de espera e uma hora conversação e a memória armazenava até 30 números na agenda. Na época do seu lançamento, o celular custava carca de 4 mil dólares (nos valores de hoje, cerca de R$ 13,6 mil).